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TONS DO BRASIL
 


Atualização de fotos

     

    

                                 

                              Shirley e Silvia Loverso da Sociedade Jundiaiense de Cultura Artística                 

                             

                                          Shirley, Marco Antonio Colagrossi e Alayde Costa

                                  

                        Shirley e Gilberto de Souza maestro da Banda Marcial Municipal Hermeto Pascoal 



Escrito por Roberto às 23h54
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Agenda Cultural

                              

Escrito por Roberto às 23h52
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Fotos de entrevistado e convidado do programa Tons do Brasil

 

                        

                                              Shirley e o entrevistado Wagner Nacarato

 

                              

                                     Convidado do programa jornalista Euclides Oliveira e Shirley



Escrito por Roberto às 23h49
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Tons do Brasil Nº 23 - 26 de março de 2005

Dica do patrocinador do Tons do Brasil desta semana

Nossa dica de hoje é o lançamento mundial do escritor Paulo Coelho que você encontra na livraria Siciliano R$ 35,00

.

Em o Zahir, é Esther que incentiva o narrador a lutar pelo sonho de se tornar escritor. é ela que o convence a percorrer o caminho de Santiago e o inspira escrever seu primeiro livro.

 

Ela é descrita como uma grande companheira, com sabedoria e paciência para superar as crises conjugais. Ela também parece conhecê-lo melhor que ninguém. Depois que desaparece, Esther obriga o marido a fazer uma nova peregrinação: ele precisa descobrir o que deu errado no casamento, onde ela está e por que ela desapareceu. Todas as respostas vêm à tona, mas não sem sofrimento. E ele ainda tem que contar com a ajuda de Mikhail, o jovem de vinte e poucos anos que saía com sua mulher antes de ela ir embora. A princípio, o marido abandonado odeia Mikhail, porque tem certeza de que ele é o responsável pelo desaparecimento de Esther. Ele sabe que foi trocado por um homem bem mais jovem e, o que é pior, somente através dele será possível descobrir onde sua mulher está. Será preciso deixar o orgulho de lado e ir até o rapaz. O que o sábio personagem jamais poderia imaginar é que ele acabaria por aceitar a existência de Mikhail no coração de Esther, seguiria seus passos, passaria a respeitá-lo e deixaria que ele mudasse sua vida. O jovem rival se revela um grande amigo e é quem o faz rever seu passado, descobrir onde errou, entender por que perdeu Esther e passar por experiências que nunca pensou que viveria em sua idade.

 

 



Escrito por Roberto às 23h42
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Tons do Brasil Nº 23 - 26 de março de 2005

Entrevista com Michel de Paula e Susana Ferrari

Momentos da entrevista nos estúdios da Rádio Difusora

                       

                                              Shirley Espíndola, Susana Ferrari e Michel de Paula

                      

                                                           Shirley, Susana e Michel

 



Escrito por Roberto às 23h39
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Tons do Brasil Nº 23 - 26 de março de 2005

Entrevista com Michel de Paula e Susana Ferrari

Michel de Paula – Flauta

  

Nasceu em Jundiaí em 1973. Iniciou seus estudos musicais aos seis anos com a professora Josette Feres na Escola de Música de Jundiaí. Seus professores de flauta foram: Mikhail Malt, Carlos Marcelo Barboza, João Dias Carrasqueira, Sávio Araújo e Toninho Carrasqueira.

Bacharel em música pela UNICAMP no ano de 1994, Michel de Paula seguiu seus estudos  de flauta na “École Normale de Musique de Paris” na classe do professor Christian Lardè e no “Conservatório Superior de Lucerna” (Suíça) na classe dos professores Anna Katharina Graf (flauta) e Janék Rosset (flautim), onde obteve os diplomas de concertista e solista, títulos máximos no ensino de música naquele país.

Michel de Paula fez a estréia Suíça do “Concerto para flautim e orquestra” do compositor americano Lowell Liebermann, solando frente à Orquestra Sinfônica de Lucerna no ano de 2002 e no ano de 2004  a estréia européia do “Concerto para flautim e cordas” do compositor brasileiro Osvaldo Lacerda, solando com um conjunto o qual é membro fundador, o “LIME” (Luzern International Music Ensemble).

Atualmente Michel de Paula atua como solista, músico de câmera em diversos conjuntos, freelancer flautinista em orquestras  e professor de flauta em diversas escolas de música da Suíça central.

 

 

 

 

 

Susana Ferrari - Piano

 

        Bacharel em Piano e Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Em seu Mestrado (como bolsista da Fapesp), escolheu como tema o piano enquanto instrumento acompanhador, tendo como título: “Fritz Jank: pioneirismo brasileiro na arte de acompanhar”, sob orientação da Profa. Dra. Adriana Giarola Kayama.

        Teve como professores: Raphael dos Santos, Mauricy Martin, Niza de Castro Tank, Dorotéa Kerr, Almeida Prado, Maria Lúcia Pascoal, José Eduardo Gramani, entre outros.

        Participou como pianista acompanhadora e camerista em Festivais, Concertos, Recitais e  Concursos de Música em cidades como Campinas, Londrina, Piracicaba, São Paulo, Curitiba, Santo André, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, São João Del Rei, Águas de São Pedro, entre outras.

        Além da atividade artística, é diretora da Escola de Música Fermata (Jundiaí – SP), onde atua como professora de piano, percepção musical e musicalização infantil.

 

 



Escrito por Roberto às 23h33
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Dica do patrocinador do Tons do Brasil

DICA DO NOSSO PATROCINADOR PARA ESTA SEMANA

 

 

ESTA SEMANA A DICA DA LIVRARIA SICILIANO É O LIVRO

 “ A PAIXÃO DE CRISTO E A FILOSOFIA” (R$ 39,40) QUE NESTA ÉPOCA EM QUE SE COMEMORA  A PÁSCOA  TODAS AS ATENÇÕES SE VOLTAM À QUESTÕES RELIGIOSAS E FILOSÓFICAS.

 

NESTE LIVRO OS AUTORES TRATAM DO POLÊMICO FILME DE MEL GIBSON QUE ALÉM DE SUCESSO DE BILHETERIA, TORNOU-SE UMA DAS MAIS CONTROVERSAS OBRAS CINEMATOGRÁFICAS.

 

ELES ABORDAM VÁRIAS QUESTÕES, TAIS COMO POR QUE JESUS FOI MORTO, SE A RESPONSABILIDADE MORAL É POSSÍVEL QUANDO DEUS SABE O QUE VAI ACONTECER, O SIGNIFICADO DE JUDAS E MUITO MAIS.



Escrito por Roberto às 11h50
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Agenda Cultural

 

Corpo profissional do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim, departamento da Secretaria da Cultura, iniciou suas atividades em novembro de 1989, tendo como principal objetivo a difusão da música de concerto originalmente concebida para esse tipo de formação instrumental : sopros e percussão com piano, harpa e contrabaixos.

Considerado um dos mais importantes e completos conjuntos do gênero da América Latina, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo teve a sua estréia européia em 1997, quando na qualidade de representante latino-americana, participou da 8° conferência da WASBE - World Association for Symphonic Bands and Ensembles, na Áustria , cuja preformance conquistou o interesse de gravadoras e editoras europèias para a publicação e gravação de repertório genuinamente brasileiro. Encontrou-se ainda entre as 14 bandas selecionadas para a 9° conferência da referida entidade.

O convite para tomar parte de duas conferências consecutivas constitui exceção na história da WASBE, demonstrando o enorme interesse internacional despertado pelo trabalho do grupo. Seu regente titular e diretor artístico é o Maestro Abel Rocha.



Escrito por Roberto às 11h42
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Tons do Brasil Nº 22 - 19 de março de 2005

Especial Elis Regina

 

"Mito" Elis Regina completa 60 anos de nascimento
 

 

Elis Regina Carvalho Costa nasceu a 17 de março de 1945, no Hospital Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre (RS).

Filha da descendente de portugueses Ercy Carvalho Costa e de Romeu Carvalho Costa, Elis teve apenas um irmão, Rogério (Guéio), nascido quando ela tinha 4 anos.

A menina começou a se destacar muito cedo. A "Pequena Notável" fez sua estréia como cantora aos 7 anos, num programa de rádio chamado Clube do Guri, da Rádio Farroupilha, em Porto Alegre.

A fama da então cantora mirim só fez aumentar. Tanto que aos 14 anos ela assinou contrato com a Rádio Gaúcha, de Porto Alegre. Em maio de 1961, aos 16 anos, Elis gravou o primeiro LP, Viva a Brotolândia.

Os discos começaram a sair em seqüência e a jovem cantora logo mostrou que precisaria de novas fronteiras para brilhar. Em 1963, numa decisão bem difícil para a humilde família Carvalho Costa, Elis e seu pai deixaram Porto Alegre com destino ao Rio de Janeiro. Era o passo definitivo para a "Pimentinha" ganhar o Brasil.

Na capital cultural e boêmia do Brasil àquela época, Elis não demorou a estourar. Em 1965, a moça humilde de Porto Alegre surpreendeu o país com sua interpretação inesquecível de Arrastão, que lhe rendeu o primeiro Festival de MPB da TV Record.

Em 1967, um ano depois de correr a Europa fazendo shows com o Zimbo Trio, Elis casou com Ronaldo Bôscoli, com quem viveu durante cinco anos e teve um filho, João Marcelo.

Após a conturbada separação com Bôscoli, Elis casou com o músico César Camargo Mariano, em 1973, dando início a uma fase áurea em sua vida profissional e pessoal.

No ano seguinte, Elis foi "premiada" pelo selo da qual era contratada com a realização de um disco histórico: Elis & Tom, gravado entre 22 de fevereiro e 9 de março de 1974, em quatro sessões no estúdio MGM, em Los Angeles. A obra marcou o encontro da maior cantora brasileira com o maior músico do País.

O vigor de Elis Regina também pôde ser conferido em inúmeras apresentações memoráveis ao vivo, tais como Falso Brilhante (1975) e Transversal do Tempo (1976).

O mundo ficou sabendo definitivamente quem era a "Pimentinha" no ano de 1978, quando ela fez uma memorável apresentação no Festival de Jazz de Montreaux, na Suíça. O show, irrepreensível, deu origem a um disco igualmente precioso.

Os anos de 1980 começaram conturbados para Elis. Ela se separou - mais uma vez de forma litigiosa - de César Camargo Mariano, em 1981, depois de nova temporada de sucesso nos palcos, com Saudades do Brasil.

Na esteira da turbulenta separação com César Camargo Mariano, pai de Maria Rita e Pedro Camargo Mariano, a gauchinha achou espaço para um último e marcante show, Trem Azul, em 1981.

Mas a pequena e notável já não era mais a mesma pessoa. Embora mantivesse a personalidade elétrica, forte e ativa - explicações para o apelido "Pimentinha" -, Elis mostrava-se arredia e arisca mesmo para os amigos.

Em 19 de janeiro de 1982, aos 36 anos, Elis Regina morreu sozinha num quarto, vítima da combinação de álcool com cocaína - ambos em grande quantidade. Morria ali a cantora. O mito, porém, segue vivo no coração e na memória dos fãs.

 

 



Escrito por Roberto às 11h39
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Tons do Brasil Nº 22 - 19 de marco de 2002

Momentos da entrevista com o Quatro a Zero nos estúdios da Rádio Difusora - Jundiai no programa Tons do Brasil

                           

                                              Eduardo Lobo, Lucas da Rosa e Daniel Muller

                         

                         Daniel Muller conferindo a chamada do grupo Quatro a Zero no "Jornal de Jundiai"

               

                                       Shirley Espíndola, Eduardo Lobo e Lucas da Rosa

                             

                                   Shirley, Daniel, Eduardo, Lucas e a produtora Ana Cristina Medina

                          



Escrito por Roberto às 15h49
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Tons do Brasil Nº 22 - 19 de março de 2005

Entrevista com os integrantes do "Quatro a Zero" que estão lançando o primeiro CD "Choro Elétrico"

“O Quatro a Zero amplia os horizontes do choro sem destruir suas bases, aponta para o futuro reverenciando os mestres de todos os tempos”.

                                                                                Maurício Carrilho

 

 

CD Choro Elétrico

 

O primeiro CD do QU4TRO A ZERO, segundo colocado no 7° Prêmio Visa de Música Brasileira em 2004, apresenta os resultados de três anos de intensas pesquisas musicais. Registra as experiências do grupo na transposição da linguagem e estrutura do choro, do tradicional conjunto regional (formado por um, dois ou três violões – um dos quais de 7 cordas –, cavaco, pandeiro e um solista, geralmente flauta ou bandolim) para um quarteto cuja base é piano, guitarra, baixo elétrico e bateria, formação a que o grupo denominou choro elétrico (expressão escolhida também para dar nome ao disco).

Tais experiências, realizadas sistemática e coletivamente, foram aplicadas a um repertório diversificado, dentro do vasto universo do choro. Foram explorados alguns clássicos - obras de compositores como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Ernesto Nazareth, grandes referências definidoras do gênero; choros de autores mais contemporâneos, de linguagem moderna, como Radamés Gnattali e Paulinho da Viola; e, por fim, composições inéditas, dos próprios integrantes do grupo (Conta Outra, de Danilo Penteado e Choro Infinito, de Eduardo Lobo).

            No som, há juventude e bom-humor: o QU4TRO A ZERO dá atenção ao aspecto lúdico, brincalhão, presente no choro desde os seus primórdios, em faixas como O Gato e o Canário, polca de Pixinguinha e Benedito Lacerda; Um Baile em Catumby, maxixe de Eduardo Souto e Conta Outra, composição inspirada de Danilo.

Ao mesmo tempo, há seriedade: o grupo propõe uma nova perspectiva dentro do choro, em que um profundo embasamento na sua tradição se associa à liberdade na utilização (criteriosa) de elementos de outros universos musicais, do samba às músicas latinas, do jazz à música erudita. O respeito absoluto aos grandes artistas que construíram a trajetória do choro, aliado à vontade de seguir em frente, resulta num alargamento das fronteiras do gênero. Bolacha Queimada, de Radamés Gnattali, expandida do original para piano solo, Sarau para Radamés, de Paulinho da Viola, relida num arranjo cheio de surpresas e Choro Infinito, composição de Eduardo que transita por diferentes texturas, são faixas que evidenciam estas preocupações do grupo.

Chiquinha Gonzaga, que encerra o disco, é o 4° e último movimento de uma peça maior de Radamés chamada Suíte Retratos. Sua gravação traz um sentido especial. Cada um de seus movimentos foi composto como uma homenagem do autor a um grande chorão: Pixinguinha, Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth e, por fim, Chiquinha Gonzaga, foram os escolhidos. O QU4TRO A ZERO, ao adaptar a obra da partitura para conjunto regional e orquestra de cordas, para a formação de choro elétrico, presta homenagem àquele que, com seu sexteto, é a maior fonte de inspiração do grupo.

Enfim, em Choro Elétrico, o QU4TRO A ZERO apresenta uma música brasileira instrumental moderna, carregada de frescor e, ao mesmo tempo, fundamentada em nossa história musical, fruto de vigorosa reflexão estética sem, no entanto, perder a espontaneidade, plena de coerência, de execução esmerada e produção cuidadosa.

 



Escrito por Roberto às 15h37
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Escrito por Roberto às 15h18
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Tons do Brasil Nº 22 - 19 de março de 2005

QU4TRO A ZERO

 

Quatro músicos de cidades diferentes se encontraram em Campinas, ao cursarem a graduação em música popular da UNICAMP e resolveram unir histórias diferentes numa afinidade comum: o choro. Coincidentemente, a vontade de todos era de imprimir uma feição mais moderna a esse gênero musical, no entanto, preocupavam-se em não descuidar dos elementos que o caracterizam como uma das músicas mais enraizadas nas tradições brasileiras. Assumiram como princípio básico de seu trabalho a preservação do espírito do choro: através de um criterioso trabalho de pesquisa musical, recorreram às gravações dos grandes chorões e à insubstituível prática com grupos regionais, a fim de adquirir um amplo conhecimento das características rítmicas do choro, de sua leveza, sua complexidade contrapontística e seu fraseado típico.

Daniel Muller, Danilo Penteado, Eduardo Lobo e Lucas da Rosa adaptaram estes elementos, tradicionalmente associados ao conjunto regional, a seus instrumentos principais, respectivamente, piano, baixo elétrico, guitarra e bateria. Neste processo, uma importante referência foi o histórico Sexteto de Radamés que, ainda na década de 50 (e apresentando-se até a década de 80), interpretava muitos choros, dentre um repertório de músicas brasileiras diversas, com uma formação não usual no gênero: dois pianos – Radamés e sua irmã, Aida –, guitarra – Zé Menezes –, baixo – Vidal –, acordeom – Chiquinho do Acordeom – e bateria – Luciano Perrone.

Depois de três anos de muito trabalho, o entrosamento entre os músicos se tornou uma marca do grupo. A afinidade entre eles se traduz em sinergia, em intensa interação musical. É evidente o prazer que sentem ao tocarem juntos.

            Entre as conquistas recentes do QU4TRO A ZERO, destacamos a obtenção do 2° lugar no Prêmio Visa de Música Brasileira, edição instrumental, em 2004 (ao todo, se inscreveram 514 candidatos); a seleção para excursionar com o projeto Pixinguinha (a caravana deve sair no 2° semestre de 2005); a apresentação no projeto Prata da Casa e na Mostra Prata da Casa, do SESC Pompéia/SP, em 2004; a aprovação em 2 editais para a ocupação das salas FUNARTE, no Rio de Janeiro e em São Paulo; a apresentação na 1ª Mostra Brasil Instrumental, em 2004 e no V° Festival Brasil Instrumental em 2005, em Tatuí; a pré-seleção no projeto Rumos/Itaucultural 2004/2005, além de apresentações nos SESCs Consolação, Araraquara e São Carlos.



Escrito por Roberto às 15h16
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Tons do Brasil Nº 22 - 19 de março de 2005

 

Músicos

 

Eduardo Lobo .guitarra/violão de 7 cordas/bandolim

 

Iniciou seus estudos em Curitiba, onde acompanhou desde grupos de rock até grupos vocais. Formou-se no curso de música popular da UNICAMP em janeiro de 2004. Nos dias atuais, acompanha grupos de samba e choro, como violonista de 7 cordas; também integra, como guitarrista, grupos de música instrumental voltados para o jazz e a improvisação.

 

Danilo Penteado .baixo elétrico/cavaquinho

 

Estudou em Itatiba, sua cidade natal e logo seguiu para São Paulo, onde fez aulas no CLAM. Formou-se no curso de música popular da UNICAMP em 2004. Integra, além do QU4TRO A ZERO, o Intergalize, que faz música instrumental dançante, e outros grupos de música instrumental moderna, como o Ziriguiduo. Com este último, se apresentou, em 2003, no XX Havana Jazz Plaza, em Cuba.

 

Daniel Muller .piano acústico e elétrico/escaleta/acordeom

 

Natural de Jundiaí, defendeu no início de 2005 seu Mestrado em Música, pela UNICAMP. Soma o trabalho de pesquisa, investigando temas relacionados à música instrumental brasileira, à intensa atividade que vem desenvolvendo como instrumentista – integra também o Conversa Ribeira, que realiza novas leituras para canções do universo da música caipira.

 

Lucas da Rosa  .bateria/percussão

 

Iniciou seus estudos em Florianópolis, onde passou pelo curso de música da UDESC. É graduado em música popular pela UNICAMP e atualmente finaliza, na mesma universidade, o curso de percussão erudita. Integra grupos de samba, como pandeirista e percussionista e de música instrumental, como baterista. Também se mantêm ligado ao GRUPU, conceituado grupo de percussão erudita que, em janeiro de 2004, apresentou-se no International Percussion Ensemble Week, na Croácia.

 

www.quatroazero.com.br

 

Contatos:

Daniel Muller: (11) 4607-8097 / 7133-6083

AnaCris Medina (produção executiva): (11 )4432-4919 / 9740-3236

contato@quatroazero.com.br



Escrito por Roberto às 15h14
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Agenda Cultural - Tons do Brasil

 

 8º PRÊMIO VISA DE MÚSICA BRASILEIRA

SERÁ DEDICADO À CATEGORIA VOCAL

 

 

A Visa, em parceria com a Rádio Eldorado, lança o “8º Prêmio Visa de Música Brasileira”, considerado um dos eventos mais importantes do cenário musical em todo o País. A edição, que será dedicada à categoria vocal, recebe inscrições até o dia 17 de maio, em todo o território nacional, através dos Correios e por meio dos sites: www.premiovisa.com.br, www.visa.com.br e www.radioeldorado.com.br. O prêmio de 200 mil* reais será dividido da seguinte forma: o vencedor receberá R$ 110 mil* e a gravação de um CD, enquanto que o segundo colocado ganhará o prêmio de R$ 50 mil*, o terceiro de R$ 30 mil* e os demais finalistas R$ 5 mil* cada um.

  

Desde sua criação, o Prêmio Visa de Música Brasileira vem ganhando força, credibilidade e o aval de músicos conceituados, jornalistas e críticos musicais de todo o País. As três categorias do evento (instrumental, vocal e composição) contam com um nível elevado de competidores, dificultando a escolha dos jurados. A qualidade pode ser comprovada na lista de vencedores e finalistas das edições anteriores como Danilo Brito, Chico Saraiva, Rafael Altério, Duofel, Chris Delano, Hamilton de Holanda, Renato Braz, Yamandú Costa, Dante Ozzetti, Mônica Salmaso, Célio Barros e André Mehmari, que conquistaram projeção no mercado nacional e internacional após serem lançados no evento.

 

Para a diretora executiva da Rádio Eldorado, Isabel Borba, o “8º Prêmio Visa de Música Brasileira” demonstra a importância da realização de um prêmio cultural. “A edição de 2005 marca oito anos consecutivos desta bem sucedida parceria entre Eldorado e a Visa do Brasil. O sucesso, também pode ser constatado no aumento significativo de inscritos a cada ano” afirma a executiva.

 

Para esta edição, a agência Leo Burnett criou diversas peças de comunicação para aumentar a visibilidade do prêmio. Foram desenvolvidos folders, uma mala direta e cartazes que serão distribuídos para um mailing formado por escolas de música, conservatórios, faculdades, produtores musicais, estúdios de gravação, entre outros. O prêmio contará, ainda, com uma divulgação no decorrer da programação da Rádio Eldorado AM e FM, além de anúncios nas revistas Cult, Bravo, Caras, Nossa História, Top Magazine e IstoÉ Gente e nos jornais O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde.

  

Todos os participantes do prêmio são avaliados por um júri, presidido há oito anos pelo maestro Nelson Ayres, que conta, ainda, com a participação de membros renomados da atividade musical. Além do julgamento técnico, o público exerce um importante papel, interagindo na escolha do melhor músico ou intérprete de sua preferência por meio do voto popular.

 

O Prêmio Visa de Música Brasileira foi criado em 1998 e, atualmente, é um dos eventos mais importantes da música brasileira no País. Seu principal objetivo é revelar talentos, proporcionar novas perspectivas aos artistas amadores ou profissionais que se dedicam a essa arte. Com isso, o prêmio estimula o reconhecimento desses músicos, colaborando para o aprimoramento contínuo da cultura nacional.

 

(*) Valores brutos com I.R a ser deduzido na fonte.

 

 


                                



Escrito por Roberto às 15h09
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Escrito por Roberto às 09h35
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Comentários de Shirley Espíndola

Shirley pergunta à você ouvinte do programa Tons do Brasil:

Qual a matéria que deve ser apresentada primeiro no programa, deixe o seu comentário nesta mensagem:

1- As dificuldades que o artista brasileiro encontra para divulgar o seu trabalho e sugestões para resolver o problema

2- Os profissionais e artistas que vivem da música brasileira no exterior 

Shirley está lembrando sobre o Show "O Que Me Faz Feliz" que será no dia 15 de abril de 2005 no Centro Cultural São Paulo na rua Vergueiro, 1000 as 19h, você deve agendar desde já, sua presença é muito importante!

A Shirley comentou que o seu técnico de som favorito na Rádio Difusora é Rafael Nacarato



Escrito por Roberto às 16h02
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Programa Nº 21 - 12 de março de 2005

Entrevista com os artistas do Show Eduardo Gudin e Francis Hime

Shirley foi conferir o Show de "Eduardo Gudin e Francis Hime" no Sesc -Vila Mariana em São Paulo no dia 11 de março de 2005.

O Show contou com as participações especiais de Vânia Bastos e Olívia Hime. A dupla apresentou canções como "Verde e Paulista", "Vai Passar" e "Meu Caro Amigo", além da inédita "Moto Perpétuo". Além de Eduardo Gudin no violão e Francis Hime no piano, tivemos a participação de integrantes da "Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo".

O Show foi espetacular, vale a pena conferir esta nova parceria destes dois grandes compositores. 

                              

                                                         Shirley Espíndola e Francis Hime

 

                              

                                                    Shirley Espíndola e Vânia Bastos

 

                            

                                                     Shirley Espíndola e Olívia Hime



Escrito por Roberto às 15h54
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Programa Nº 21 - 12 de março de 2005

Quadro: Crítica Musical

Shirley convidou Roberto M Moura para fazer a crítica musical desta semana

                                                     

Roberto M. Moura (Rio de Janeiro, 18/08/47) é carioca jornalista, crítico musical, produtor e diretor de espetáculos, roteirista e apresentador de programas culturais na Tv Educativa/RJ (atualmente, faz parte da equipe fixa do “Comentário Geral”). Foi crítico musical do semanário Pasquim, das revistas Veja e IstoÉ e diversos outros órgãos da imprensa.

Ex-editor da revista Rio Samba e Carnaval, publicação bilíngue oficial do carnaval carioca, integra o júri do Estandarte de Ouro do jornal O Globo desde 1977. Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ e Doutor em Música pela UNIRIO, é professor-adjunto das Faculdades Integradas Hélio Alonso e autor dos livros Praça Onze – no meio do caminho tinha as meninas do Mangue (Prefeitura RJ/Relume-Dumará, 1999), Carnaval – Da Redentora à Praça do Apocalipse (Jorge Zahar Editor, 1986), Sobre cultura e mídia (Vitale, 2003) e MPB – Caminhos da arte brasileira mais reconhecida no mundo (Vitale, 1998) e co-autor de Brasil Musical (At Bureau Edições, 1989), com centenas de artigos publicados em publicações acadêmicas e empresariais como as revistas Rumos (da ABDE) e Comum (das Faculdades Integradas Helio Alonso) e palestras realizadas em encontros e congressos de Música e Comunicação, no Brasil e no exterior.

Às segundas-feiras, assina a coluna Cultura & Mídia no jornal “Tribuna da Imprensa”.

Idealizou e dirigiu, com Moacyr Luz, o projeto ”Samba Falado”, que levou aos palcos dos SESC Tijuca e Madureira, entre abril e novembro de 2003, as duplas Monarco e Lan, Baianinho e Haroldo Costa, Moacyr Luz e Jaguar, Wilson Moreira e Sergio Cabral, Guilherme de Brito e João Máximo, Macalé e Chico Caruso, Walter Alfaiate e Roberto M. Moura e Cláudio Camunguelo e Fausto Fawcett.

 



Escrito por Roberto às 15h34
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Programa Nº 21 - 12 de março de 2005

Quadro: Crítica Musical

Disco comentado: Lançamento do CD  de Moacyr Luz

                                   

Moacyr Luz Silva nasceu no Rio de Janeiro em 05 de abril de 1958.

Sua obra já foi gravada por intérpretes como Maria Bethânia, Emílio Santiago, Nana Caymmi, Leila Pinheiro e Elba Ramalho entre outros. Juntos, ele e Aldir Blanc receberam o Prêmio Sharp de melhor música por "Coração do Agreste", tema da novela "Tieta", gravada por Fafá de Belém. 

Não é de hoje que o artista vem participando de eventos musicais. Em 1996  se apresentou no
Festival de Música Popular do interior de São Paulo, FAMPOP de Avaré, onde ganhou em primeiro lugar com a canção "O Tocador é Bom". No recente Festival da Música Brasileira promovido pela Rede Globo de Televisão em setembro de 2000, Moacyr classificou sua composição "Eu só Quero Beber Água" entre as 12 finalistas escolhidas para a final.

Mais informações do artista no site www.MPBnet.com.br



Escrito por Roberto às 15h27
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Tons do Brasil Nº 20

Fotos da maestrina Claúdia Feres e Milton Nascimento 

                                                                

 

                                     

 



Escrito por Roberto às 15h17
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Shirley Espíndola no Avon Women In Concert

Shirley foi conferir o lançamento da oitava edição do projeto "Avon Women In Concert"

com a participação de Milton Nascimento, Vanessa da Mata, Marina Machado e

os talentos de três grupos femininos de percussão de Ouro Preto (MG), Salvador (BA) e Olinda (PE)

na praça da Paz no Parque Ibirapuera em São Paulo - 06 de março de 2005 

                                             

Shirley Espíndola

 

             

"Avon Women In Concert" - Orquesta Filarmônica de Mulheres regida pela maestrina Claúdia Feres

Milton Nascimento e Vanessa da Mata

Carlos Parente, Milton Nascimento e Vanessa da Mata

Entrevista- Milton Nascimento

 

Carlos Parente, Milton Nascimento, Vanessa da Mata,

Marina Machado, maestro Gil Jardim e maestrina Claúdia Feres



Escrito por Roberto às 01h17
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Programa Nº 20 - 05/março/2005

Entrevista com a cantora e intérprete Cris Delanno                      

 

                               

Cris Delanno

Brasileira, Nascida No Texas, Cris Delanno Dedica-Se A Música Desde Os Cinco Anos, Essa Cantora De Extremo Talento Foi Criada Em Berço Erudito, Foi Solista Do Coral Infantil Do Teatro Municipal, Participando De Óperas Tais Como: "La Boheme", "Carmem" E "Tosca".

 

 

Foi Convidada A Integrar O African American Unity, Por Dois Anos, Como Solista, Conseguindo Assim, Um Feito Inédito, Sendo A Única Branca A Integrar Um Coral Tipicamente Negro, De Música Gospel Nos Estados Unidos.

 

 

Seu Primeiro Cd Solo, Produzido Por Roberto Menescal, "Cris Em Tom Maior", Foi Lançado No Japão Em 1995 Onde Cris Canta Os Maiores Sucessos Do Compositor Antônio Carlos Jobim

 

 

Nas Homenagens Feitas A Nara Leão, Cris Foi Convidada A Participar Do Projeto "Diz Que Fui Por Aí", E Depois Um Convite Da Unimed Para Interpretar A Musa No Projeto "Nara - Uma Senhora Opinião", Com Arranjos De Antônio Adolfo E Roberto Menescal.

 

 

Dedica-Se Ao Estudo E Pesquisa Da Técnica Vocal, É Membro Da Sociedade Brasileira De Laringologia E Voz E Do National Association Of Teachers Of Singing, Nos Eua E Dá Aulas De Técnica Vocal Para O Canto Popular. Foi Professora Do Curso De Canto Popular No Xxii Curso Internacional De Verão Da Escola De Música De Brasília E Dá Aulas Na Escola De Música Da Universidade Federal Do Rio De Janeiro.

 



Escrito por Roberto às 01h03
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Programa Nº 20 - 05/março/2005

Quadro:Crítica Musical

Shirley convidou Beto Feitosa para fazer a crítica musical desta semana.

                                            

Beto Feitosa, 28 anos, é jornalista formado pela PUC-Rio e apaixonado por música brasileira desde os 3 anos, quando roubava de seus pais e avós vinis de Elizeth Cardoso, Cyro Monteiro, Chico Buarque e Elis Regina. Seu primeiro "bem" próprio foi o LP de 1979 de Rita Lee que girava na vitrola sem parar.

Com 14 anos editou um jornal tablóide em sua escola e passou a colaborar com vários jornais locais. Em 1996 deu início a seu projeto mais querido, a revista Ziriguidum, especializada em música brasileira. A revista saiu do papel e logo virou um site pioneiro na internet brasileira, que ainda engatinhava.  

Desde 1997 vem se dedicando exclusivamente a internet, editando sites em parceria com o UOL. Por dois anos e meio trabalhou como produtor de conteúdo para sites da TV Globo, batendo recorde de audiência em várias ocasiões com os sites da novela O Clone e da minissérie Presença de Anita. Com O Clone inovou ao, pela primeira vez, abrir os bastidores da pré-produção de uma novela antes do início das gravações com um verdadeiro diário de bordo.  

Em 2003 saiu da TV Globo para voltar a tocar seus projetos pessoais, especialmente Ziriguidum.

Já editou sites para artistas como Antonio Calloni, Carol Saboya, Sueli Costa, Rita Lee, Martinho da Vila, Kiko Furtado, Claudette Soares, Lucinha Lins entre outros.



Escrito por Roberto às 00h55
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Programa Nº 20 -março/2005

Quadro: Crítica Musical

Disco comentado: "Nova Bossa" - Carol Saboya

                                    

Filha Do Compositor Antônio Adolfo, Carol Saboya Foi Criada Em Meio A Acordes Inspirados, Partituras Rabiscadas, Músicas Nascendo: Arte Em Pleno Processo De Criação.

Aos Oito Anos Registrou Sua Voz Pela Primeira Vez Em Dupla Com Miéle No Compacto A Menina E A Tv. Ainda Menina Participou Como Vocalista De Discos De Erasmo Carlos E Ângela Ro Ro. Participou Do Histórico Musical Verde Que Te Quero Ver E De Trilhas Sonoras Infantis.

Passou Três Anos Estudando Canto Nos Estados Unidos, Quando Participou Do Cd Brasileiro, De Sérgio Mendes. Na Volta Ao Brasil Gravou Com A Pianista Americana Joyce Collins E Participou De Um Tributo A Aldir Blanc, Que Se Emocionou Ao Ouvir Carol Cantar A Música Carta De Pedra No Canecão. A Menina De Voz Doce E Afinação Impecável Começou A Chamar Atenção Da Mídia.    

O Aguardado Trabalho Solo Veio Em 1998. Produzido Por Almir Chediak, Dança Da Voz Garantiu A Carol O Prêmio Sharp De Melhor Cantora Revelação Do Ano. No Ano Seguinte Se Debruçou Sobre A Obra De Tom Jobim E Gravou, Acompanhada Pelo Violão De Nelson Faria, O Álbum Janelas Abertas.

Em 2000 É A Vez De Visitar O Inconsciente Coletivo Com O Repertório Cinematográfico De Sessão Passatempo. Ainda Nesse Ano Defendeu Imaginária, De Suely Mesquita E Mário Seve, No Festival Da Música Brasileira Promovido Pela Tv Globo.

O Álbum Seguinte, Presente (2003) Retomava A Sofisticada E Bem Sucedida Mistura De Música Pop E Tradicional Presente No Primeiro. Para 2005 Carol Prepara Um Cd Inteiramente Dedicado Ao Inspirado Letrista Abel Silva, Seu Primeiro Parceiro Musical.

 



Escrito por Roberto às 00h51
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Programa Nº 20 - 05/março/2005

Sociedade Jundiaíense de Cultura Artística

 

 

A Sociedade Jundiaiense de Cultura Artística está apresentando, nesta Temporada de 2005, o violonista jundiaiense, consagrado internacionalmente, Fabio Zanon.

Este Recital de Violão, com Fabio Zanon, será apresentado na Sala Gloria Rocha – Centro das Artes, no dia 5 de março de 2005 às 20 horas.

 

Fabio Zanon é uma das figuras dominantes no cenário internacional de violão clássico. Sua reputação internacional consolidou-se em 1996, após sagrar-se vencedor do 30° Concurso "Francisco Tarrega" na Espanha e o 14° Concurso da Fundação Americana de Violão (GFA) nos EUA, um feito sem precedentes. A essas vitórias seguiu-se uma turnê de 56 concertos nos EUA e Canadá e o lançamento de seus três primeiros CDs.

Sua gravação da obra completa de Villa-Lobos, pelo selo americano Music Masters, já é considerada uma referência. Seu CD Guitar Recital, pelo selo Naxos, foi escolhido pelo crítico da rigorosa revista britânica Gramophone como o melhor do ano de 1998.

Zanon recebeu, em 1997, das mãos do Governador do Estado de São Paulo, o Prêmio Santista, uma das mais importantes premiações da intelectualidade brasileira. No mesmo ano recebeu o título de Associate da Royal Academy of Music em Londres.

Fabio Zanon iniciou seus estudos musicais com seu pai, graduou-se na Universidade de São Paulo em 1987.

 



Escrito por Roberto às 00h44
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FOTOS DOS ENTREVISTADOS

 

       

Luciane Valle, Maico Agiani e Shirley Espíndola

 

               

Wauke Wakabaiashi e Shirley Espíndola

 



Escrito por Roberto às 23h41
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FOTOS DOS ENTREVISTADOS

               

                  João Alexandre e Shirley Espíndola

                   

Claúdia Feres e Shirley Espíndola



Escrito por Roberto às 23h37
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